5 minutos Um dos grandes pontos de conflito entre profissionais em análise do comportamento (i.e. ABA) e pais de pessoas com TEA é a necessidade, exigência e uso de registros sistemáticos. Esse é também o grande bode expiatório do fracasso. Dia sim, dia não escuto a seguinte queixa vinda dos profissionais que acompanho: “Não deu certo pois não consigo acompanhar, porque os registros são um lixo e muitas vezes nem tem registro algum”. E, quase sempre, a queixa reflete bem o ocorrido. Do lado Continue lendo